Durante muito tempo, produzir em grande quantidade era uma das formas mais evidentes de reduzir custos na produção gráfica.
Quanto maior a tiragem, melhor.
Hoje, essa lógica continua a fazer sentido em muitos projetos. Mas as necessidades das marcas estão a mudar.
Em vez de produzirem milhares de peças exatamente iguais, muitas empresas precisam de produzir menos unidades, mais vezes e com mais versões.
E isso está a mudar a forma como os projetos gráficos são pensados.
Uma campanha já não tem necessariamente uma única versão
Imagine uma marca com dezenas de lojas.
A campanha pode ser a mesma, mas os materiais podem mudar consoante a localização, o espaço disponível, o produto promovido ou até o público de cada loja.
Um expositor pode ter várias dimensões.
Um cartaz pode mudar de idioma.
Uma embalagem pode ter uma edição especial.
Uma campanha nacional pode ter diferentes versões regionais.
E determinados materiais podem ser necessários apenas em alguns pontos de venda.
É precisamente aqui que a flexibilidade de produção ganha importância.
Produzir apenas aquilo que é necessário
Produzir grandes quantidades pode reduzir o custo unitário, mas nem sempre significa reduzir o custo total do projeto.
Se uma parte da produção ficar armazenada durante meses, ou nunca chegar a ser utilizada, existe um custo associado a esse excedente.
Por isso, em determinados projetos, pode fazer mais sentido produzir quantidades ajustadas às necessidades reais e realizar novas produções quando necessário.
A evolução da impressão digital tem contribuído para esta mudança, tornando mais viáveis as tiragens curtas, a personalização e a produção de diferentes versões de uma mesma peça.
Da personalização à impressão com dados variáveis
Há ainda outro nível de personalização.
Hoje é possível produzir uma série de peças em que determinados elementos mudam de exemplar para exemplar.
Pode ser um nome, uma referência, uma imagem, um código, uma localização ou um QR Code diferente.
É aquilo a que chamamos impressão com dados variáveis.
Uma mesma campanha pode assim gerar centenas de peças relacionadas entre si, mas não necessariamente iguais.
Isto abre possibilidades interessantes para campanhas promocionais, packaging, comunicação em ponto de venda, eventos e ações direcionadas a diferentes públicos.
Mais versões exigem mais controlo
Naturalmente, esta flexibilidade também cria novos desafios.
Quando existem diferentes formatos, artes, materiais ou versões, a preparação do trabalho torna-se ainda mais importante.
É necessário garantir que cada ficheiro corresponde à versão correta, que as quantidades estão certas e que todo o processo de produção, acabamento, separação e expedição está devidamente organizado.
Ou seja: quanto maior a personalização, maior a importância do controlo de produção.
A produção gráfica está a tornar-se mais flexível
A questão já não é simplesmente:
“Quantas unidades vamos imprimir?”
Cada vez mais, a pergunta é:
“Quantas versões precisamos e onde será utilizada cada uma?”
É uma pequena mudança na pergunta, mas pode alterar completamente a forma como um projeto é produzido.
Na ESAG, trabalhamos com diferentes tecnologias, materiais e processos precisamente para adaptar a produção às necessidades de cada projeto, seja uma grande série, uma pequena produção ou várias versões da mesma campanha.
Porque produzir melhor nem sempre significa produzir mais.
Às vezes, significa produzir exatamente aquilo que é necessário.
ESAG — We Make It Happen.


